A ideia é simples: dividir o país em dois blocos regionais, cada um com liberdade para seguir seu próprio caminho de desenvolvimento. Se você concorda, deixe seu contato e faça parte deste movimento de opinião.
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Este cadastro é uma manifestação de apoio e não tem caráter de votação oficial, plebiscito ou abaixo-assinado com efeito legal.
A proposta defende a divisão do Brasil em dois países ou dois blocos federativos independentes, agrupando as cinco grandes regiões atuais em dois conjuntos com características econômicas e sociais mais próximas entre si. A divisão segue o desenho do mapa abaixo: um bloco ao sul, formado pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e outro ao norte, formado pelas regiões Norte e Nordeste.
É o bloco mais industrializado e urbanizado, concentra os principais polos financeiros e tecnológicos e o agronegócio de grãos, além de parte da Amazônia legal (Mato Grosso).
Reúne a maior parte da floresta amazônica, o litoral nordestino e o turismo, energia renovável e potencial em energia solar e eólica. Concentra parte relevante da população jovem do país.
População: IBGE, Censo Demográfico 2022. PIB: IBGE, Contas Regionais do Brasil, 2023.
Quem defende a proposta parte de um diagnóstico: as regiões brasileiras possuem prioridades diferentes, mas partilham do mesmo orçamento, das mesmas regras e do mesmo modelo centralizado de decisão. Com dois blocos, cada um poderia:
Cada bloco definiria sua política fiscal, seus investimentos e seu modelo de desenvolvimento, sem depender de maioria política do outro lado do país para aprovar mudanças.
Debates que hoje travam o Congresso — repartição de recursos, regras trabalhistas, política ambiental e fundiária — seriam resolvidos dentro de cada bloco, entre estados vizinhos com interesses mais alinhados.
Hoje, parte dos recursos arrecadados em cada bloco circula pela União antes de voltar. Com estruturas menores, o caminho entre contribuinte e investimento público seria mais curto.
Países menores e mais homogêneos tendem a ter decisões mais próximas da realidade local. É o argumento usado, por exemplo, por quem defende independências regionais em outros países.
A separação de territórios no Brasil não acontece por decreto ou abaixo-assinado. A Constituição estabelece caminhos para reorganizar o território e o movimento propõe percorrer todos eles de forma legal e pacífica.
Este site existe para isso: registrar o apoio de quem concorda com a proposta e demonstrar que há demanda social para o debate.
A reorganização do território exige propostas de emenda à Constituição aprovadas pelo Congresso Nacional, com quóruns qualificados. Ou seja, passa pelo voto dos representantes do povo.
Decisões desse tamanho dependem de consulta direta à população das áreas envolvidas, como previsto no artigo 14 da Constituição. Nenhum bloco seria separado contra a vontade de seus habitantes.
Ativos, dívidas, contratos internacionais e a cidadania das pessoas seriam negociados em tratado de separação, garantindo direitos adquiridos e livre circulação entre os dois blocos.
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